DIPLOMAÇÃO

SESSÃO MAGNA DA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE MARTINS (ALAM) 18 de Março 2017.

No dia 18 de Março de 2017, aconteceu na Casa de Cultura Popular de Martins, a Sessão Magna da Academia de Letras e Artes de Martins (ALAM) que culminou com as Diplomações do Francisco Gomes Maniçoba, (Dr. Maniçoba) e Terezinha de Jesus Paiva. No ensejo da solenidade aconteceu o Elogio ao Patrono da Cadeira 10, Professor Erasmo de Moura Carvalho, pelo Acadêmico Luiz Francelino Filho. Foi concedido o Título de Sócio Correspondente a Mozart Pires de Sá Maranhão e Francisco Batista Gomes Júnior. Após a Sessão Magna, houve o Sarau Artístico. O Evento contou com as presenças de autoridades locais e da região, membros de Entidades e da população de Martins. A Presidente da Academia de Letras e Artes de Martins (ALAM) a Dra. Taniamá Vieira, em nome de Deus e da Cultura, agradece à todas as presenças.

C O N V I T E 

A Acade
mia de Letras e Artes de Martins – ALAM tem a honra em convidar Vossa Senhoria e Ilustríssima Família para prestigiarem SUA SESSÃO MAGNA QUE ACONTECERÁ NO DIA 18 DE MARÇO DE 2017, as 19 

 

horas. 

Detalhamento da Programação:

1- Sessão Magna de Diplomação e Entronação de Francisco Gomes Maniçoba

2- Elogio ao Patrono da Cadeira 10, Professor Erasmo de Moura Carvalho, pelo Acadêmico Luiz Francelino Filho

3- Atividades Científicas, Lítero-Artísticas, Culturais e Esportivas

Local: Casa da Cultura de Martins -RN. 

Cordialmente, 

TANIAMÁ VIEIRA DA SILVA BARRETO (Presidente da ALAM)

 

 

A IDEIA, UM SONHO E UMA REALIDADE[1]

Dra. Taniamá Vieira da Silva Barreto

Cadeira 01 da ALAM

SENHORAS, SENHORES,

Ao cumprimentar as autoridades que compõem esta mesa e àquelas que se encontram no auditório, familiares e amigos convidados, bem como os profissionais da imprensa e demais segmentos presentes, aproveito a oportunidade para manifestar o indescritível privilégio, na qualidade de presidente da Academia de Letras e Artes de Martins, de ter conseguido realizar tão significativo projeto 

É imbuída desse sentimento, perante Deus, os homens e mulheres presentes nesta Assembleia Geral, que presto o meu juramento em exercer, com ética, respeito, alegria e satisfação, todas atividades que estejam em sintonia com o que determina o Estatuto da Academia de Letras e Artes de Martins (ALAM), colocando em prática, com competência técnico-científica e compromisso político, seu Projeto Político-Institucional.

O Projeto Político Institucional da ALAM tem o compromisso de divulgar permanentemente a produção lítero-artística e cultural do nosso município, com elaboração de projetos de intervenção, lançamentos de livros e periódicos, iniciado com o lançamento do Livro “filosofia de um Burro: com as memórias de um pensador”, de autoria do confrade Chico Filho, e dos cordéis “História de Elizeu Ventania: O Rei das Canções” e “Lamentos de um Torcedor”, que tem como autor o Confrade Antonio Clóvis Vieira.

Assim como lutar pelo social, no sentido lato da palavra, contra os preconceitos que fazem do mundo um enorme campo de incompreensões, violências e maldades injustificáveis. 

É nosso compromisso produzir arte e letra sobre as potencialidades e a cultura de Martins imprimindo o perfil da nossa identidade cultural. Identidade que tem na ALAM o seu marco histórico.

A ALAM não é dos intelectuais, é do povo de comportamento ético e de postura ilibada frente a vida e o trabalho.

Projeto este que nasceu da convicção de que é imperativa uma organização institucional que congregue os talentos literários e artísticos, que expressem a marca dos anseios de uma cultura viva, ativa ou adormecida, de nosso povo.

Projeto que deixa de ser um sonho e passa a ser uma realidade, quando as historias produtivas de homens e mulheres são reveladas para que toda a sociedade compreenda o verdadeiro desiderato de uma Academia de Letras e Artes de Martins (ALAM).

Sim meus amigos, somos corpo e mente de uma Academia comprometida em dar visibilidade aos nossos talentos de hoje, de ontem e com o olhar bem atento para um futuro, que é a socialização da produção lítero-artística e cultural de Martins e sobre Martins.

Somos a célula que compõe o embrião de uma árvore que germina, se desenvolve, cresce e dá significativos frutos e sementes que voltam a germinar e constituir, para a história da literatura, da poesia, da música, da pesquisa, da pintura, da dramaturgia, da notícia, da labuta diária da vida, a essencialidade da produção da ALAM.

Somos seres que qualificam a edificação concreta de um templo de sabedorias seja com textos escritos ou falados, com produção visual, musical, dança ou teatro.

Templo este que tem sempre a sintonia de mente, coração e corpo para retratar a magnífica história cultural deste nosso solo.

Este é o Projeto da ALAM, que alcança o primeiro dos seus vários outros objetivos. Projeto que surgiu de um sonho e de uma constante determinação sintonizada com o pensar, o agir e o fazer de um grupo que fez o sonho acontecer.

É, Senhoras e Senhores, a ALAM, mais que uma academia é o acontecimento do nosso compromisso com a revitalização da história de nossos antepassados e a nossa própria história: do agricultor, do boêmio, do artesão, do instrumentista, do político, do educador; enfim, de um povo que teve e tem o seu pé fincado no chão da Lagoa Nova, da carranca, da chapada, da Umarizeira, da Salva Vida, do jacu, do Pico dos Carros, da Serra Nova, do Canto, do Sitio Chapéu e dos mais longínquos recantos desta nossa maravilhosa Serra.

A ALAM, diletos, é a determinação deste seleto grupo em fazer sua própria história, abrindo caminhos para seus próprios espaços, com braços, mãos, cérebros e pés.

Hoje, temos 23 cadeiras ocupadas, faltando 17, que pretendemos ocupá-las até novembro de 2015, a partir dos talentos da área de abrangência da ALAM: poemas, poesia de cordel, ensaio, crônica etc.; Comunicação Verbal e Informal, Pintura, Desenho, Fotografia, Cinema, Audiovisual, Gravura, Escultura, Cerâmica, Tecelagem, Moda, Design, Regência, Instrumentação Musical, Composição, Canto, Coreografia, Execução da Dança, Dramaturgia, Direção Teatral, Cenografia, Interpretação Teatral.

Muito obrigada a todos que lutam conosco e que acompanham o trabalho da ALAM

Agradeço também aos acadêmicos pela persistência, dedicação e por em muitos momentos abdicarem seus momentos de lazer, para assumir este ousado projeto.

Sabemos que fazer política cultural, para os capitalistas não dá visibilidade ao município. Mas acreditamos que dá visibilidade sim, no momento que faz com que nossos valores sejam mostrados; nossas produções sejam socializadas; nosso caminhar se torne publico; nossos talentos sejam reconhecidos.

Quero pedir licença a todos para honrar meu pai, Jorge Julião da Silva, e pedir para que ele continue me guiando enquanto aqui estiver.

Em especial, in memoriam, a minha mãe, Maria Alexandrina da Conceição, a árvore, que deu fruto e semente, da qual germinou a ideia que hoje vemos se materializar.

Então, convido vocês, diletos confreiras, confrades e cidadãos martinenses em geral a avançarmos na consolidação deste projeto; a trilharmos um caminho de pedregulho, mas de muita felicidade.

Obrigada, e que Deus nos abençoe nessa caminhada.

 

 

[1] discurso proferido na solenidade de diplomação dos membros titulares efetivos vitalícios e fundadores da Academia de letras e artes de martins, em 08 de novembro de 2014.

 

 

 

DISCURSO DO CONFRADE LUIZ FRANCELINO FILHO

 

CADEIRA 10

 

PRIMEIRO ORADOR DA ALAM

 

EM 08 DE NOVEMBRO DE 2014

 

Senhora Presidente da Academia de Letras e Artes de Martins - ALAM, Acadêmica Dra. Taniamá Vieira da Silva Barreto, através da qual saúdo as autoridades aqui presentes.

 

Senhora Olga Chaves Fernandes de Queiroz Figueiredo, através da qual saúdo os demais Acadêmicos neste evento ímpar.

 

Minhas senhoras e meus senhores, conterrâneos. Nossos cumprimentos. 

 

Na qualidade de Primeiro Orador, tenho o privilégio de poder expressar minha alegria e satisfação por representar neste momento todos os membros da ALAM, que integra as pessoas interessadas nas questões lítero-artístico-culturais do município.

 

A ALAM, que nasce da determinação de uma martinense (Dra. Taniamá Vieira) comprometida com a cultura e com a arte desta cidade, tem como objetivo fazer da ciência, da literatura, da arte e da cultura os instrumentos fundamentais para a revitalização dos valores e do resgate das raízes culturais do nosso povo. E vem nos instigar a ter coragem para construirmos juntos e com humildade, a história de nossas vidas.

 

Saibam todos vocês que nos sentimos lisonjeados por podermos ingressar na Academia de Letras e Artes de Martins, podendo irrigar a pluralidade das várias técnicas e expressões dos artistas locais que ilustram essa agenda, e ressaltar o que é da gênese cultural: a sua abertura ao mundo multifário e sempre renovado das letras e das artes do mundo contemporâneo.

 

Feitas as transformações decorrentes das mudanças do tempo e das condições sociais, a arte que perpetuou os momentos de luta e a realidade do povo também eternizou os ideais e o exemplo dos que sonharam com uma sociedade livre, justa e fraterna. Como recitou Sergio Carvalho:

 

 

 

No teatro da história, nossa luta é para que todos sejam atores, tendo o direito de entrar na luz, existir neste lugar, neste tempo. E, se alguém preferir

 

continuar espectador, irá aprender que também a imaginação deve produzir. A alegria da cena é inventar e construir outra vida. Como ação coletiva”.  

 

Ao tempo em que, cientes da nossa missão de edificar, estruturar e fortalecer esse espaço de excelência através da partilha de dons e de saberes, com responsabilidade e determinação, caminharemos nessa trilha pela busca da produção acadêmica, respeitando a diversidade, tendo a consciência de que passaremos, a partir de então, a ser uma figura imortal no meio da sociedade do conhecimento, onde as produções de nossas mentes e mãos possam ajudar a construir, junto com povo, uma identidade cultural.

 

Dizemo-nos atores e atrizes sociais por entendermos quão importante é para nós Acadêmicos, vermos reconhecida nossa forma de expressar em imagens, versos, paródias ou prosas, as mensagens vivas que retratam os nossos sentimentos, os nossos sonhos, as mais diversificadas formas de pensamento, seja qual for o estilo literário.

 

Neste sentido, meus caros acadêmicos, fazendo hoje parte do nascimento da ALAM, iremos honrar essa obra social e política que emerge no seio da sociedade de Martins, lembrando que no seu nascedouro, também estiveram presentes tantos outros nomes, que por motivos diversos estão daqui ausentes, assumimos o papel fundamental na consolidação deste sonho, tornando-nos verdadeiramente a Célula Tronco desta instituição.

 

Finalizo agora desejando que as nossas vidas, entre prosas, cantos, versos, poesias e lidas diárias, contribuam para o exercício pleno da cidadania, para disseminar valores culturais, éticos, morais e socioambientais na construção de uma sociedade livre que vivencie com solidariedade e dignidade sua existência.

 

É o que queremos expressar, enquanto membros da Academia de Letras e Artes de Martins. Parafraseando José Martí:

 

 “Se de algo servimos antes, já não nos lembramos. O que queremos é servir mais”.

 

Que Deus nos guie nesta empreitada!

 

           Muito Obrigado.

 

 

 

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